sábado, 4 de julho de 2009

CORNA POR AMOR

Sou uma garota aparentemente de hábitos normais, para aqueles que me conhecem apenas por fora
A pouco tempo posso dizer que minha vida mudou muito, para melhor é claro.
Sempre cultivei sentimentos que me causavam estranheza, e nunca acreditei que fosse viver algo parecido com o que passo a relatar.
Conheci meu senhor em uma sala de bate papo sado, e logo seu Nick me chamou atenção. “Adestrador de cadelas”.
Passei a freqüentar estas salas sado no início por curiosidade, e também porque sempre senti algo diferente, que somente depois descobrir serem sentimentos submissos.
Fiquei interessada e resolvi chamar para conversa.
O seu jeito de falar, imponente e decidido, fez com que minha curiosidade ficasse maior.
Pouco tempo depois, já trocávamos mensagens, e me entreguei como sua cadela escrava, sua mulher submissa.
Em um encontro, pude ter o grande prazer de contemplar teu olhar forte e firme, que me causava arrepio e parecia transpassar minha alma, que naquele momento já havia entregado ao meu senhor.
Suas mãos pesadas, quando estalavam sobre meu rosto ou minhas pernas, faziam com que sentisse que pertencesse a ele, num todo, no mais intimo do meu ser.
Sabia que a partir daquele momento minha vida mudaria que eu faria qualquer coisa por ele, qualquer coisa que fosse desejada ou ordenada por meu senhor.
O tempo passa, e fui me descobrindo cada dia mais submissa, a mercê de suas vontades e caprichos, só não sabia que algo diferente ainda estava por acontecer.
Aos poucos meu senhor se mostrou além de dominador e sádico, um homem que sentia prazer em ter uma cadela e corna.
Por mais que isso me causasse estranheza, que não tivesse nos meus planos ou sonhos de menina, percebia que sentia excitação em ser corna. Em ser chifrada por meu senhor, e carregar com orgulho os chifres que me impunha.
Saber que meu senhor estava com outra mulher, muitas vezes no mesmo ambiente onde eu me encontrava, me fazia tremer por dentro, e subir um calor imensurável, que logo ia se transformando em excitação.
Era incrível saber que depois que ele tivesse outra em teus braços, que tomasse os lábios de outra mulher, voltaria para mim. Isso fazia com que me sentisse a mais feliz das mulheres do mundo, a mais contemplada das cadelas.
E assim sou feliz, .... (uma história real... de uma amiga).

sexta-feira, 5 de junho de 2009

A SURPRESA

Cheguei fora do horário, naquele momento, entrei tirei os sapatos e soltei os cabelos, estava muito feliz, pensando em fazer uma surpresa para o meu amor.

Pensava que precisava me dedicar mais a nossa relação, apesar de fiel e submissa aos meus desejos. Sentia no olhar do meu parceiro que faltava algo que eu não conseguia identificar.
Ia chamá-lo quando escutei um barulho da nossa suíte, calei-me e encaminhei para o local.
Fiquei paralisada com a cena, não acreditava no que estava vendo, meu amor, meu homem com outra mulher em meu quarto???
Tive vontade de gritar, agredir, mas algo me fez ficar ali paralisada olhando a cena e sentindo a dor da traição, uma dor latente que invadia o meu ser me consumindo como fogo. Sentia as lágrimas rolarem pela minha face, fiquei imóvel sem reação, queria fugir dali, não olhar, mas não conseguia desviar meus olhos daquela cena, que me magoava profundamente.
Tentava entender onde tinha errado, eu era extremamente dedicada, Cuidava pessoalmente de todos os detalhes, não deixava que nada o incomodasse.
Meus olhos percorreram o ambiente, estava em meu próprio quarto, mas percebia objetos jamais vistos ali, esses objetos se confundiam com a mobília do aposento, observei algumas cordas no chão, um chicote, algemas em cima da cama e outros objetos que não conseguia identificá-los.
A cama e constatei que havia sido usada, pois estava em completa desordem.
Podia sentir meu coração disparado, sentir minha respiração, alterada, tive medo de desmaiar.
Concentrei-me no casal, eles nem haviam percebido a minha presença, meu homem, meu macho em pé com uma, qualquer, de joelhos chupando-o com total dedicação.
Senti um arrepio percorrer meu corpo, enxuguei as lagrimas, pensei em reagir e voar em cima da vadia e matá-la com as minhas próprias mãos.
Mas conhecia bem meu parceiro, ele não gostava de ser contrariado, tive medo de sua reação, e me contive. Passei a analisar o desempenho do casal, conhecia muito bem como satisfazer meu homem e sabia que ele estava em êxtase. Podia sentir sua respiração ofegante, concentrei-me na cadela, e só então percebi que tinha às mãos amarradas às costas, e se concentrava no pau do meu amado ora lambia-o com carinho, passando a língua ao redor e ora suga-o para dentro de sua boca com um prazer sem igual.
Ela era extremamente bonita, era alta, tinha os cabelos longos, o corpo bem feito.
Por um momento a vadia se descuidou do que fazia, escutei o estralo do tapa, que recebeu em

seu rosto.
Estremeci conhecia a força do tapa e também o poder que tinha sobre meu corpo, revoltada pensei que aquele tapa era meu por direito. Pude sentir meu corpo em chamas, senti raiva de mim mesma, pois estava descontroladamente excitada em ver meu homem em ação, a visão que eu tinha era única, quando estávamos fazendo amor eu conseguia visualizá-lo dessa forma. Conseguia analisar o desempenho do meu macho. E contrariamente a minha vontade, via e me rendia a toda a beleza da entrega do macho e da fêmea no coito.
Ele extremamente excitado gozou, esfregando no rosto da vadia todo seu néctar.
Comecei a entender a situação diante aquela cena percebia que meu homem era uma espécie rara, e estranhamente passei a ter orgulho em vê-lo possuindo assim sem pudores, sem reserva outra fêmea. Estava impressionada como ele direcionava o ato proporcionando e extraindo todo prazer aos dois, alias agora de nós três, pois eu também estava em êxtase. Confusa, percebi, o quando estava excitada em ver seu macho com outra fêmea. E em meio a essa confusão de pensamentos, aninhei-me a um canto do quarto e vi quando ele ergueu a cadela pelos cabelos, soltou suas mãos e a jogou-a na cama, possuindo a de uma maneira selvagem. Já não pensava mais em interromper o casal, pois me masturbava silenciosamente para não atrapalhar o desempenho do casal.
Percebia agora o que faltava na nossa relação, era eu ver meu macho em ação, assim exercendo seu poder, proporcionando a outras, todo prazer que eu conhecia muito bem.
Resolvi sair em silêncio para voltar mais tarde, na certeza que era uma corna assumidamente mansa... Mas era corna do meu homem.

sábado, 23 de maio de 2009

ENTREGA...

O ENCONTRO...

Depois de 8 meses de conversa, acertos e contrato... era chegada a hora de um encontro real...
Não tem como voltar atrás, olhando diante do espelho isso era a ultima coisa q m passava pela cabeça... Meu pensamento fixo... era apenas um qdo olhava minha imagem ... o medo d não agradar meu SENHOR!!
Mas não podia ficar pensando nisso ... tinha q rever os detalhes, verificar se todo estava como meu SENHOR, desejava.
Olhei meu traje, um vestidinho curtinho, preto, não tinha nada parecido no meu armário.. não fazia parte d mim... não combinava com a minha personalidade... odeio roupas curtas, vulgares, me sentia ridícula... teria q enfrentar 5 horas d viagem em um ônibus com aquela roupa... só em pensar nisso sentia meus olhos cheios d lagrimas, m sentia ridícula; já as botas pretas de salto alto, não seriam problema pq amo esse tipo d calçado.
De repente, por impulso troquei d roupa por algo bem parecido comigo... q mal poderia ter usar uma roupa confortável... q revela meu verdadeiro eu... poderia m trocar na rodoviária assim q chegasse e não teria problema. E sem q ninguém soubesse, m livraria do transtorno de viajar de forma desconfortável... e assim optei por um vestido verde... minha cor preferida... longo lindo d caimento perfeito.
Embarquei na minha cidade.. durante todo o trajeto passaram mil coisas na minha cabeça... pensava em uma mulher adulta... embarca p outra cidade pra ver alguém q nunca viu pessoalmente... s sentido a mulher mais feliz do mundo... parecia meio louco... sul real, algo fora da realidade...
Durante o percurso.. as vezes m via chorando... sem motivo aparente.. sem saber o motivo... mas no fundo eu sabia o real motivo.. minha luta contra a insegurança de não agradar, de não corresponder as expectativas d meu SENHOR!
Qdo o ônibus chegou a rodoviária eu fui a primeira a descer... faltava meia hora pra hora determinada do encontro... ele viria m buscar na rodoviária... e eu tinha q m vestir.. d forma adequada p esperá-lo.
Já vestida, refeita a maquiagem, sentei para esperá-lo.. sentia os minutos se passando como se fossem horas... sentia meu coração acelerado como se quisesse sair pela boca.
Olhei o relógio já estava na hora combinada... agora logo ele estaria ali... eu sentia as pessoas m olhando... também com aquela roupa ridícula... parecia uma puta... m sentia ridícula... mas enfim já estava na hora combinada... e logo a tortura acabaria... pensava na maquiagem e tentava controlar as lagrimas... mas com o passar do relógio, isso s tornava impossível...
Alguns homens tentaram se aproximar.. faziam gracinhas d todo tipo.. o nervosismo foi tomando conta do meu ser... eu olhava desesperadamente em todos os cantos... daquele lugar e nada, a espera se fez amarga...e foi se transformando em tortura... invadindo meu ser, m fazendo esquecer as pessoas ao meu redor... me fazendo esquecer, minha situação... então m desesperei ... não m importei mais com as lagrimas nem a maquiagem e não m contive mais, chorei como uma criança abandonada... insegura e sem saber como agir...
Sentia meu rosto molhar e já não tinha mais como m controlar.. minha mente invadida de pensamentos contraditórios... Pensava q tudo não tinha passado de uma brincadeira.. q era todo fruto da minha imaginação, q q loucura ter ido tão longe por uma coisa tão absurda, como pode alguém sentir-s propriedade de outra pessoa, sentir-s escrava...
Pensava em ver q horas haveria um ônibus de volta... Mas não consegui m mexer do lugar combinado... As pessoas a minha volta já não m incomodava, os olhares pelo meu corpo já não tinha importância, apenas o relógio m incomodava, até já havia m esquecido da maquiagem borrada.
Tentava m manter controlada, qdo um garoto m pediu um trocado, não consegui entender direito, estava com fome ou algo assim tirei automaticamente o dinheiro e lhe entreguei, ele sorriu e m entregou um pedaço d papel. Não entendo direito o gesto e só qdo o garoto se afastou abri o papel, estava escrito: “Não confia o suficiente no teu mestre, por que tanto desespero?”
Senti o meu ser s encher d vergonha, parecia q ele sabia de toda a insegurança e incerteza q sentia.
Respirei fundo, pensando em como o havia decepcionado e prossegui com a leitura. Era para eu seguir ate o estacionamento em frente e entrar em seu carro. Sem olhar para os lados.
Lembrei novamente da minha roupa, mas não tinha mto tempo p pensar nisso, respirei e levante... Segui em frente sem olhar pra trás.
Assim q identifiquei o carro entrei sem olhar do lado, ouvi o barulho do motor sendo ligado, e senti o carro em movimento, depois d tantos erros na minha espera, não ousei desobedecer e olhar p ele. Mas meu coração palpitava, tentava controlar meus pensamentos, q estavam desconectados e não conseguia entende-los... Mas na verdade eu m sentia mto feliz como nunca m sentira antes.
Não conhecia nada da cidade, portanto não sabia onde íamos ou onde estávamos. Apenas era deliciosamente conduzida não sabia p onde.
Chegamos em algum lugar, ele m entregou uma venda preta, eu disfarçadamente tentei olhá-lo, coloquei a venda... Ele m conduziu fora do carro. Pela primeira vez senti o contado das suas mãos em meu braço. Foi uma grande emoção, pude sentir seu toque quente e estremeci. Nesse momento senti q não tinha como fugir da minha condição de escrava, senti q pertencia sim a um pessoa, pertencia ao meu SENHOR...
Entrei no ambiente da forma como uma cadela deve entrar, de quatro e conduzida por seu dono.
Sentia meu corpo eletrizado pelo prazer, meu senhor ordenou-me q tirasse a venda e mantivesse a cabeça baixa. M livrei do meu vestido e fiquei com as meias e a bota. Podia sentir seu olhar percorrendo meu corpo. O tempo mais uma vez s tornou meu inimigo... Parecia uma eternidade, eu simplesmente esperava e ele nada dizia, meus pensamentos s perderam novamente e comecei a m sentir insegura... a lembrar dos meus defeitos a m constrangida, incomodada com a minha situação. Comecei a sentir as lágrimas rolarem pelo meu rosto, estava completamente exposta, como uma mercadoria em um balcão. Não sei quanto tempo se passou. Mas não agüentava mais essa tortura.
Ele m fazia algumas perguntas, com a voz segura e gentil, eu respondia por impulso e percebia q não conseguia mentir pra ele. Perguntava como m sentira durante a viagem, por que eu estava chorando eu ia respondendo e ás vezes pensava que eu estava me expondo mto, depois percebia q não tinha como ser d outra forma.
Qdo menos esperava senti q ele se aproximava colocou novamente a venda, imobilizou com as cordas minhas mãos suspensas ao ar não tinha como m mexer. Suas mãos percorriam meu corpo, suavemente explorando cada detalhe, cada curva. Meu corpo respondia a cada toque, um prazer intenso foi tomando conta dele e m senti totalmente entregue... Qualquer coisa q ele quisesse fazer não encontraria resistência, sentia m totalmente dele como s meu corpo fosse emprestado a mim, mas ele era o proprietário dele.
Meu corpo explodiu em prazer... Então s fez o silêncio, eu fiquei nessa posição não sei por quanto tempo, mas o tempo já não m preocupava, no inicio fiquei sentindo, meu corpo voltar ao normal, se acalmar, meus batimentos s estabilizarem, depois começou a m incomodar a posição, meus braços doíam, meu corpo estava cansado. E ficava imaginando onde ele estava, ficava tentando ouvir o menor ruído possível, mas nada o quarto estava em completo silêncio.
Me sentia incomodada, cansada e fraca, ouviu um movimento em minha direção... Ele m tocou senti suas mãos desatando os nos da corda. A princípio tive muita dificuldade em abaixar os braços... Sentia-os pesados e dormentes.
Disse para eu assumir minha posição, fiquei de quatro... Mandou-me retirar a venda, pela primeira vez pude olhá-lo de frente... Abaixei os olhos assim q encontrei com seu olhar, tive medo d ficar presa ao seu olhar, nunca vi tanta força e beleza em um olhar. M sentia como q observando uma obra de arte...
Estranho como o tempo não existia mais...
Senti q ele s aproximava, devagar, eu permaneci imóvel, ele puxou o meu cabelo com mta força.
Chamou-me d cadela e perguntou s eu gostava d leite... Eu permaneci de quatro, e senti qdo ele abriu o zíper e tirou seu membro pude sentir o cheiro de seu sexo rígido, ele passeava com em meu rosto, causando-me um imenso tesão, eu tentava abocanhar seu sexo mas ele m torturava, não permitindo, por fim consegui pude sentir o seu gosto em minha boca, lambia ele todo, chupava com muita vontade, sugava d acordo com a vontade do meu SENHOR, que me controlava através da intensidade com que puxava meus cabelos... Percebia a hesitação crescente d meu SENHOR... Não demorou muito para q ele logo m alimentasse, eu feliz não recusei nada do seu néctar.
Informou-me que mais tarde receberia meu merecido castigo... Mas que por hora poderia descansar no chão...
Castigo? Que castigo? Mas estava muito feliz para pensar nisso agora, estava exausta e precisava me recuperar um pouco.
{kc@u.sub}_DNO